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18/04/2011
Os rumos do ERP no Brasil
Dzyon S/A - Os rumos do ERP no Brasil
 

Os rumos do ERP no Brasil

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Sistemas de gestão e controle datam da década de 1940, quando algumas ferramentas para controle de estoques foram desenhadas para monitorizar níveis de existências e suas respectivas localizações. Só na segunda metada da década de 1980 que os softwares de gestão poderam integrar a variável do capital e dos recursos humanos, criando, enfim, um completo software de gestão. Com isso, mais e mais empresas começaram a utilizar softwares de gestão ao longo dos anos. Chegamos então ao atual momento, onde, de acordo com o relatório Latin America Semiannual ERP Tracker, elaborado pela IDC International Data Corporation, consultoria especializada em Tecnologia da Informação, o segmento de ERP dentro da indústria de TI movimentou R$ 1,1 bilhão no Brasil apenas no primeiro semestre de 2010. Segundo a IDC, até 2013 o mercado de ERP no país deve crescer 9% ao ano. É de olho nesse crescimento que a Dzyon S/A se prepara para encarar o mercado com inovações e ferramentas que atendem e cabem no bolso da micro e da pequena empresa, até soluções complexas que suportam todo o organograma de uma grande corporação. Há mais de 20 anos no mercado e clientes de grande porte como Sherwin Williams, Mitsubishi Eletric, Pematec, Tambasa, FlashPower, McAfee, Yamá Cosméticos, Habibs, entre outros, a Dzyon espera triplicar seu faturamento em 2011. Confira entrevista com Francine Nonaka, CEO da Dzyon, sobre ERP, tecnologia, metas e novidades da Dzyon S/A.

Quais as três grandes tendências tecnológicas na área dos softwares de ERP?
1. Inclusão de tecnologia mobile em diversas operações, para dar dinamismo ao trabalho
2. Integração com outros produtos como BI, BSC, Gestão de Conhecimento
3. Facilidade e diversidade de configurações, que eliminam as customizações

Levando em consideração o atual estágio dos programas de ERP, como eles poderiam ser definidos hoje de forma simples e abrangente?
Os sistemas de gestão empresarial servem para padronizar os processos, dinamizar e automatizar, de forma que não haja necessidade de se refazer trabalhos e gerar informações de qualidade. Isso possibilita rápidas tomadas de decisões e melhoria contínua.

Embora seja um conjunto de ferramentas para apoio a negócios, muitas empresas que implantam ERP dizem que ela interfere não só na forma de conduzir como também na de pensar o próprio core business. Isso ocorre mesmo?
Tendo informações de qualidade que são geradas pelo ERP, é possível reavaliar cada unidade de negócio da empresa, checar a sua rentabilidade, deficiências, e então, estabelecer as melhores estratégias.

Como é essa ‘interferência’ na prática? Dê exemplos.
Por exemplo, a empresa faturava relativamente bem, porém, as contas não fechavam e o prejuízo aumentava a cada mês. Com o ERP, foi possível descobrir desvios de mercadoria ou simplesmente perdas que pareciam insignificantes, mas que faziam toda a diferença no final. Com isso, foi possível criar novos procedimentos para evitar esses problemas, ou chegar à conclusão de que alguns segmentos não seriam mais atendidos.

O ERP aumenta o dinamismo nas atividades diárias da empresa, com aviso automático para os responsáveis pelas compras, por exemplo. No momento em que um produto atinge o estoque mínimo, o aviso é dado ao responsável pelo setor que pode rapidamente resolver o problema, sem sofrer o susto do ‘não percebi’ ou do ‘não sabia’. Além disso, o dinamismo também pode afetar de forma positiva outros setores da empresa que necessitem de agilidade, como no caso de alguma aprovação de documentos de acordo com diferentes regras de negócio (desconto, inadimplência, condições de pagamento, prazo, etc).


Considerando os custos diretos e indiretos (por exemplo, funcionários para alimentar os sistemas), qual o menor porte de uma empresa que se beneficiaria de um sistema de gestão empresarial?
Qualquer empresa consegue tirar proveito de um ERP. Como a Dzyon também comercializa na forma de locação, fica viável até para empresas pequenas, com 3 funcionários, por exemplo.

Para um negócio desse porte tão pequeno, qual a vantagem mais imediata da implantação?
Numa empresa pequena, muitas vezes cada funcionário é responsável por diversas funções. O ERP facilita o trabalho e libera mais tempo para outras atividades. Além disso, permite o crescimento organizado, planejado e facilita a formação de novos profissionais, não ficando dependente de apenas algumas pessoas.

Como e quando se deu a entrada da Dzyon no mercado de ERP?
A Dzyon está no mercado de ERP desde 1987. Em 1985, Milton Nonaka, fundador da Dzyon, era dono de duas franquias da sorveteria ‘Sem Nome’. Administrador formado pela FGV, ele sentia falta de uma ferramenta que organizasse os dados de caixa, estoque, custos, compras e pagamentos. Foi então que desenvolveu um software ‘caseiro’. Daí, nasceu a InterPlanet, que, a partir de 2000, se tornaria a atual Dzyon. Quando a empresa completou 10 anos, o Milton quase desistiu de continuar com a empresa. Os problemas eram muitos e as dificuldades só cresciam. Os programadores eram treinados e depois partiam, o que impossibilitava a continuidade dos produtos. Então, foi quando resolvi entrar na empresa junto com ele. E, a partir de então, a coisa tem dado certo. Em parceria, conseguimos remodelar os produtos Dzyon, tanto que nosso ERP foi um dos primeiros do mercado a apresentar design gráfico. E assim fomos crescendo. Não queremos oferecer apenas uma ferramenta, porque o que queremos é uma parceria, para assistir também o crescimento dos empreendimentos. Por isso, também trabalhamos com o treinamento pessoal, da mesma forma que fazemos com os nossos colaboradores. Com isso, além da eficiência dos nossos produtos, conseguimos o alinhamento dos colaborados com os valores que cada empresa carrega.

O mercado de sistema de gestão empresarial tem forte presença de grandes multinacionais. Como é atuar em um segmento assim sendo uma empresa independente e autofinanciada?
A legislação brasileira é uma das mais complexas do mundo e, por causa disso, as multinacionais também têm dificuldades em lidar com esse mercado. Além disso, o custo elevado dos demais softwares e o longo tempo de implementação é um grande problema. Então, a Dzyon bate de frente com grandes marcas e nomes, mas há mercado para todos e como temos bons conhecimentos no mercado brasileiro e claro, no desenvolvimento de softwares, vamos cavando nossos espaços no mercado e enfrentando as ‘grandonas’.

Qual o diferencial da Dzyon em relação a esses concorrentes?
O Dzyon ERP têm características bem particulares: como a facilidade, telas amigáveis, altamente configurável em tempo real, ‘rastreabilidade’ das informações de forma extremamente dinâmica, etc.

A segmentação de soluções segundo o porte e o setor de atuação do cliente também faz parte da estratégia?
Sim! A Dzyon sempre trabalhou na verticalização do software. Dessa forma, atendemos cada segmento de acordo com as particularidades de cada um. A implementação é baseada nas melhores práticas de cada mercado, assim, o software se molda perfeitamente ao negócio, e não o contrário.

Qual foi o volume de vendas nos últimos anos e a meta para 2011?
Tivemos um crescimento de 20% em 2009 e mais 20% em 2010. Acreditamos que em 2011 será possível um crescimento de, pelo menos, 100%. Fechamos 2010 com 250 sistemas instalados, 400 usuários do NotaSoft e clientes como Sherwin Williams, Mitsubishi Eletric, Pematec, Tambasa, Habibs, Yamá Cosméticos, Wellness, Vinícola Góes, Sterling Commerce, McAfee, Condomínio Portal do Morumbi, Hakuna, Sinal Vic e FlashPower, entre outros.

Qual sua estratégia de crescimento?
Estamos investindo em novos produtos como Auditor da NF-e, Auditor SPED, BI, além de outros produtos já consagrados estarem tendo uma maior demanda a partir de agora (Armazenamento de NF-e, Dzyon Contabil,).

A idéia da Dzyon é atingir qual patamar em 2011?
Olha, hoje temos 45 colaboradores. Somos uma empresa de médio porte. A Dzyon cresceu bastante nos últimos anos. Estamos no mercado há muitos anos e temos um produto sólido e de confiança. Em 2010, ultrapassamos os R$ 3 milhões em faturamento. Agora, para 2011, esperamos chegar nos R$ 10 milhões.

O chamado Ponto Eletrônico, obrigatório a partir de março, já está integrado aos sistemas da Dzyon?
Sim. Desde o primeiro prazo que foi prorrogado, o sistema Dzyon Gestão de Pessoas já está totalmente preparado para atender as novas exigências sobre o Ponto Eletrônico.

Como foi a integração do ERP Dzyon ao gigante número de mudanças nas legislações fiscais e contábeis e parceria com IOB?
Estamos sempre atentos às mudanças de legislação e, devido à boa concepção do sistema, as alterações são desenvolvidas facilmente, sem traumas. Contar com a inteligência fiscal da IOB faz toda a diferença nesse mercado. Ficamos tranqüilos porque sabemos que nossos clientes estão sempre dentro da legislação. Utilizar a inteligência da IOB faz toda diferença na hora de ofertar um serviço deste tipo. A complexidade da legislação, como já havia dito, faz com que empresas de grande porte tenham dificuldades em suas áreas contábeis e financeiras. Então, nossos módulos, integrados com tecnologia IOB, são ferramentas que agregam muito ao trabalho de uma corporação.

Como a Dzyon se posiciona hoje especificamente neste mercado, com soluções para emissão de NFe e módulos fiscais/contábeis (independentes e que funcionam junto de outros ERPs)?
Hoje, a Dzyon se posiciona produzindo ferramentas para empresas de todo e qualquer porte. No entanto, nos últimos anos, focamos nossos produtos e forças na criação de ferramentas gestoras com qualidade e baixo custo, visando o pequeno e médio empreendedor. É sempre muito complicado para o pequeno e médio empresário adquirir Softwares de Gestão, já que o custo sempre foi muito alto. Então, resolvemos criar softwares compatíveis com as necessidades dessas empresas, como o NotaSoft e locação de licenças para utilizar os módulos ERPs de forma separada. Se a empresa precisar apenas do Módulo Comercial, pode adquirir 1 licença e ir somando novos módulos conforme a necessidade e o crescimento da empresa. Assim, conseguimos ofertar softwares de gestão para uma infinidade de médias e pequenas empresas, que também precisam entender e utilizar as informações contidas e armazenadas no ERP.

Em todos esse anos de atuação da Dzyon no mercado de ERP, quais as principais mudanças até os dias atuais, principalmente em relação ao tratamento dos gestores com os dados obtidos através dessas ferramentas?
Todo cliente vai evoluindo junto com o software. A cada nova função implementada, um novo aprendizado, uma nova forma de avaliar os dados. Com isso, novas necessidades vão surgindo. É bem gratificante acompanhar esse crescimento do cliente. Primeiramente, todos querem arrumar a casa, organizar. Depois, ficam atentos à qualidade do trabalho, redução de custos e outras coisas. E então, já conseguem disponibilizar informações para fornecedores, parceiros e clientes, mostrando transparência e eficiência.

Sobre a Dzyon
A Dzyon S/A, desenvolvedora de softwares de gestão empresarial, utiliza a melhor tecnologia disponível no mercado como ferramenta de apoio para implementação das estratégias de negócios dos clientes e modelos de gestão empresarial. Há mais de 20 anos no mercado, desenha seus softwares sobre a plataforma Progress, o que possibilita atendimento a empresas de quaisquer portes e segmentos graças a suas características de modularidade e customização. Na web, a empresa está em www.dzyon.com.


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